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“Não me sinto amado pelos meus pais”, o que devo fazer?

Relação de família e sentimentos durante o tempo no útero materno (comprovado cientificamente) registram emoções que podem impactar na personalidade do indivíduo.

As vivências de uma criança até os 7 anos de idade e as suas experiências na vida intrauterina podem desenvolver programas emocionais que formam os padrões de comportamento que irão acompanhar por toda a vida.

Então, com base nessas informações é que o indivíduo vê o mundo, toma suas decisões e se relaciona. Ocasiona muitas vezes uma sensação de vazio, de baixa autoestima, sentimento de não ser amado entre outras, e que o individuo não sabe o porque isto ocorre, simplesmente estas sensações aparecem em determinada circunstância e que não faz sentindo algum.

Portanto não se sentir amado pelos pais pode ser influência de um trauma emocional gerado na infância, que pode ter sido motivado por interpretações equivocadas ou não, também existem indivíduos que passam por traumas verdadeiros e carregam outros problemas emocionais são os resultados inconscientes.

Uma forma de interpretação errada é quando a mãe sente muito medo durante a gestação, trata-se de um sentimento muito comum, pois há muita insegurança relacionada à saúde do bebê, como será o parto e a ansiedade de saber se poderá cuidar da criança. Desta forma pode haver grande influência na vida atual e impactar de forma negativa seus atos no dia a dia, não permitindo ao individuo que ele possa evoluir em sua inteligência emocional.

Como superar a rejeição dos pais

Relacionamentos na vida adulta podem ser impactados com feridas causadas na infância de origens emocionais, para se livrar desses sentimentos que podem prejudicar novos relacionamentos é importante dar um novo significado a essa experiência, lembrar-se desses acontecimentos que marcaram a infância de maneira ruim e após exercícios, encontrar um propósito positivo trazendo um aprendizado para a vida.

Como melhorar o relacionamento com os pais

  • Fazer um exercício de empatia tentar entender os sentimentos dos pais em suas demonstrações de amor, aceitar que cada pessoa tem sua própria maneira de demonstrar carinho e preocupação.
  • Entenda as características particulares de seus pais e conviva com essas características, aceite a maneira que o que foi feito, diante das circunstâncias e ferramentas que possuíam e faça o possível para agir da maneira que gostaria de ter sido tratado, faça diferente, mas perdoe e seja grato.
  • Desenvolva sua inteligência emocional entendendo suas emoções e dando novo significado a suas experiências ruins sabendo interpretar o que causa dor e eliminando crenças limitantes.

 

Fotografia: Katherine Chase