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Você já parou para pensar que a sua comunicação, pode ser violenta? Não necessariamente falando sempre aos gritos e berros, mas sempre utilizando de palavras grosseiras e agressivas.

Quando falamos em violência, imaginamos a violência física, mas o que não sabemos é que a violência passiva também pode ser muito agressiva e causar sérios danos.

A comunicação não-violenta foi desenvolvida pelo americano Marshall Rosenberg, esta comunicação não se trata apenas de uma forma de se comunicar, mas de um estilo de vida baseado na habilidade de empatia.

 

Você já parou para pensar sobre a maneira como você se comunica?

Com nossas ações e forma de pensar, muitas vezes temos relacionamentos superficiais ou muito tensos. A comunicação não traz nenhum resultado positivo, mas somente consequências negativas aumentando ainda mais a atenção esfriando qualquer tipo de relacionamento.

Isso porque a conexão fica mais frágil, não existe compreensão de ambos os lados sobre o que a outra pessoa está sentindo, é uma espécie de egoísmo sentimental, em que se quer impôr o que você pensa sobre um assunto, mas não compreende por que a outra pessoa tem outra opinião ou age de maneira diferente da sua.

A forma da comunicação correta não é ensinada nas escolas tão pouco em casa, pois não fomos criados para desenvolver a habilidade da empatia com o próximo, a comunicação violenta pode impedir relacionamentos saudáveis.

 

Os pilares da Comunicação Não-Violenta

Problemas de relacionamentos interpessoais no ambiente familiar, social ou corporativo poderia ser melhor caso a comunicação fosse feita de maneira não-violenta, usando de empatia.

Comunicar-se com empatia não é uma tarefa fácil, exige um pouco mais de atenção nos diálogos, um certo condicionamento para entender o que se passa durante esta conversa, para que ela tenha total eficiência.

Esta é a teoria de Marshall Rosenberg, e esta comunicação possui quatro pilares. Conheça.

 

Observação

Para desenvolver uma comunicação não-violenta, o primeiro passo é a observação, esta observação deve ser feita sem o uso de qualquer pré-julgamento ou preconceito. O que acontece muitas vezes é que quando recebemos uma crítica, já nos defendermos sem mesmo antes analisarmos o que nos foi dito, esta defesa é uma ato de vitimizar-se ao invés de realmente entender a situação, por isso é necessário a observação antes da defesa com análises pré-formadas.

 

Sentimento

Depois da observação é necessário observar também qual foi o sentimento que aquela conversa causou, pode ser um sentimento de raiva, de felicidade, de tristeza, medo, ansiedade e por aí vai entre outros sentimentos que podem ser desencadeados neste diálogo, ao perceber qual foi o sentimento causado por essa conversa, é possível também entender as próximas fases da comunicação não-violenta.

 

Necessidade

Entender a necessidade é a terceira fase da comunicação não-violenta, não é uma tarefa simples, mas esta é a chave para entender as verdadeiras emoções, suas e também do seu interlocutor e aí sim entender qual é a necessidade verdadeira da outra pessoa.

 

Pedido

A comunicação nem sempre é verbal, uma criança chora quando sente fome ou qualquer desconforto, já na fase adulta mesmo sabendo falar, muitas vezes não nos comunicamos de maneira correta, isso porque não entendemos nossos sentimentos, mas ao observar, entender a necessidade e o sentimento podemos nos comunicar de maneira mais clara e objetiva, e conseguir a comunicação ideal

Fotografia: NeONBRAND